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Demorou para eu colocar por aqui um grupo que eu gosto muito: os australianos do Midnight Oil.

Dizem que o grupo continuará após a saída de Peter Garret....mas eu não acredito muito nisso não. Uma pena.

Letras engajadas, politizadas, conteúdo de panfleto político, ecológico, pacifista...tinha tudo para não emplacar...mas emplacou.

Segue um grande momento da Banda.....BEDS ARE BURNING...e a pergunta que fica no ar: como dormir quando nossas camas estão queimando !?

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O assunto é velho, surrado e batido...mas achei conveniente dar uma nova passada de olhos sobre a carta do legendário Chefe Seattle ao então presidente dos EUA.

A cada releitura encontro um novo ponto, um outro enfoque e, porque não dizer....uma estarrecedora verdade que acabamos esquecendo no nosso dia-a-dia.

Essa carta vai bem com a música de fundo de Joanne Shenandoah, que entoa Yakolihuni^ni, do álbum Iroquies Women's Song....

Espero que curtam novamente a Carta, por sua sabedoria...mas dessa vez ouvindo a música....o resultado, ao menos para mim, foi devastador.

Segue a carta (ligue o som):

"O Grande Chefe em Washington manda dizer que deseja comprar nossa Terra.

Manda também, palavras de amizade e cordialidade. É gentil de sua parte, mesmo sabendo que ele tem pouca necessidade de retorno de nossa amizade.

Mas consideraremos a sua proposta, pois sabemos que se nós não vendermos, o homem branco poderá aparecer. com armas de fogo, e ficar com nossa terra.

É possível comprar o céu e o calor da terra? Tal idéia é estranha para nós.

Se não possuímos o frescor do ar e o brilho da água, como podem comprá-los?

Cada pedaço desta terra é sagrado para meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada areia da praia, cada bruma nas densas florestas, cada clareira e cada inseto a zumbir são sagrados na memória do meu povo. A seiva que corre através das árvores carrega as memórias do homem vermelho.

Os mortos do homem branco esquecem sua terra de origem, quando vão caminhar entre as estrelas. Nossos mortos nunca esquecem esta bonita terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela é parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs, o cervo, o cavalo e a grande águia são nossos irmãos.

Os cumes rochosos, os sulcos úmidos nas campinas, o calor do corpo do potro, e o homem, todos pertencem a uma mesma família.

Deste modo, quando o Grande Chefe manda dizer que quer comprar nossa terra, ele pede muito de nós.

O Grande Chefe manda dizer que ele nos reservará um lugar onde possamos viver contentes. Ele será nosso pai e nós sermos seus filhos.

Assim, consideraremos sua oferta de comprar nossa terra. Mas não será fácil, pois esta terra é sagrada para nós.

Esta água brilhante, que corre nos riachos e rios, não é somente água, mas o sangue de nossos antepassados. Se lhes vendermos a terra, vocês devem lembrar-se de que ela é sagrada e devem ensinar às suas crianças que ela é sagrada, e que cada reflexo do espírito, na cristalina água dos lagos, revela acontecimentos e lembranças da vida do meu povo. O murmúrio das águas é a voz dos meus ancestrais.

Os rios são nossos irmãos, eles saciam nossa sede. Os rios transportam nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar às suas crianças que os rios são nossos irmãos, e seus também, e vocês devem, daqui em diante, dar aos rios a bondade que dariam a qualquer irmão.

O homem vermelho sempre temeu o avanço do homem branco, como a névoa da montanha corre antes do sol da manhã. Mas as cinzas dos nossos pais são sagradas. Suas sepulturas são solo sagrado e, portanto, esta colinas, estas árvores, esta porção do mundo, são sagradas para nós. Sabemos que o homem branco não entende nossos costumes. Uma porção de terra , para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, como um forasteiro que vem à noite e tira da terra tudo o que necessita. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, e quando ele a conquista, continua simplesmente o seu caminho. Deixa para trás os túmulos de seus pais. E não se importa. Rouba a terra de seus filhos. E não se importa. As sepulturas de seus pais e os direitos de seus filhos são esquecidos.

Trata sua mãe, sua terra, seu irmão, e o céu, como coisas para serem compradas, saqueadas, vendidas como carneiros ou contas coloridas. Seu apetite devorará a terra e deixará somente um deserto.

Eu não sei. Nossos costumes são diferentes de seus costumes. A visão de suas cidades causa dor aos olhos do homem vermelho. Talvez seja porque o homem vermelho é um selvagem e não compreenda.

Não há um lugar calmo nas cidades do homem branco. Nenhum lugar para escutar o desabrochar de folhas na primavera ou o bater das asas de um inseto. Mas talvez seja porque eu sou um selvagem e não compreenda. O ruído parece apenas insultar os ouvidos. E o que resta da vida, se um homem não pode escutar o choro solitário de um pássaro ou o coaxo dos sapos em volta de uma lagoa à noite? Eu sou um homem vermelho e não compreendo.

O índio prefere o suave murmúrio do vento, encrespando a face do lago, e o próprio aroma do vento, limpo por uma chuva do meio-dia, ou perfumado pelos pinheiros.

O ar é precioso para o homem vermelho, pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro - o animal, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro. O homem branco parece não sentir o ar que respira. Como um animal agonizando há vários dias, é insensível ao mau cheiro. Mas se lhes vendermos nossa terra, vocês devem mantê-la intacta e sagrada, como um lugar onde até mesmo o homem branco possa ir sentir o vento adoçado pelas flores das campinas.

Portanto, nós consideraremos sua oferta de comprar nossa terra. Se decidirmos aceitá-la, vou impor um condição: o homem branco deve tratar os animais desta terra como seus irmãos.

Sou um selvagem e não compreendo qualquer outra maneira de agir.

Avistei um milhar de búfalos apodrecendo na campina, abandonados pelo homem branco que lhes atirou de um trem a passar. Eu sou um selvagem e não compreendo como pede ser, um fumegante cavalo de fero, mais importante que o búfalo sacrificado por nós apenas para permanecermos vivos.

Que é um homem sem os animais? Se todos os animais se fossem, homens morreriam de uma grande solidão de espírito. Pois o que ocorre com os animais, breve acontece com o homem. Há uma ligação em tudo.

Deve ensinar, às suas crianças, que o solo a seus pés é a cinza de nossos avós. Para que respeitem a terra, digam a seus filhos que a terra é enriquecida com as vidas de nosso povo. Ensinem às suas crianças; que a terra é nossa mãe. Tudo o que ocorrer com a terra, ocorrerá aos filhos da terra. Se os homens desprezam o solo, estão desprezando à si mesmos.

Isto sabemos. A terra não pertence ao homem; é o homem que pertence à terra. Isso sabemos. Todas as coisas estão ligadas como o sangue que une uma família. Há uma ligação em tudo.

O que ocorrer com a terra, recairá sobre os filhos da terra. O homem não teceu a trama da vida; ele é meramente um de seus fios. Tudo o que fizer ao tecido, fará a si mesmo.

Mas consideraremos sua oferta de ir à reserva que você tem para meu povo. Viveremos isolados e em paz. Pouco importa onde passaremos o final de nossas vidas.

Nossas crianças viram os seus pais humilhados na derrota. Nossos guerreiros sentiram vergonha depois da derrota e tornaram ociosos seus dias, contaminando seus corpos com doces e bebidas fortes.

Pouco importa onde passaremos o final de nossos dias. Não são muitos. Poucas horas mais, poucos invernos mais.

E não deixaremos as criança das grandes tribos, que viveram nesta terra. ou que agora perambulam em pequenos grupos nas florestas, lamentarem diante dos túmulos de um povo, outrora tão forte e esperançoso quanto o seu. Mas porque eu deveria lamentar a passagem do meu povo? Tribos são feitas de homens, nada mais. Homens vêm e vão, como as ondas do mar.

Mesmo o homem branco, cujo Deus caminha e fala com ele de amigo para amigo, não pode estar isento do destino comum. Apesar de tudo, podemos ser irmãos. Veremos. Uma coisa sabemos - e que o homem branco poderá um dia descobrir - nosso Deus é o mesmo Deus.

Vocês podem pensar que o possuem, como desejam possuir a terra; mas não podem. Ele é o Deus do homem, e sua compaixão é igual para o homem vermelho e para o homem branco. Esta terra é preciosa para Ele e feri-la é desprezar seu Criador. Os homens brancos também passarão; talvez mais breve do que todas as outras tribos. Continuem contaminando suas camas, e em uma determinada noite vocês serão sufocados pela sua própria ruína.

Mas nas suas desaparições vocês brilharão intensamente, iluminados pela força de Deus que os trouxe a esta terra e, por alguma razão especial, lhes deu o domínio sobre esta terra e sobre o homem vermelho. Esse destino é um mistério para nós, pois não compreendemos quando os búfalos são exterminados, os cavalos selvagens são domados, e os recantos secretos da densa floresta são impregnados do cheiro de muitos homens e a visão dos morros são obstruídas por fios que falam.

Onde está o arvoredo? Desapareceu. Onde está a águia? Desapareceu. Que é dizer adeus ao potro veloz e à caça? É o fim da vida e o início da subvida.

Portanto consideraremos sua oferta de comprar a terra. Se concordarmos será para assegurarmos a reserva que vocês prometeram. Lá, talvez, poderemos sobreviver nossos derradeiros dias como desejamos. Quando o último homem vermelho desaparecer desta terra, e sua memória for apenas a sombra de uma nuvem se movendo sobre a pradaria, estas praias e florestas ainda estarão mantendo os espíritos de meu povo.

Pois meu povo ama esta terra como o recém-nascido ama a batida do coração de sua mãe. Portanto se lhes vendermos nossa terra, procurem dar amor a ela assim como nos a amamos. "

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Taí. Com a eleição da maioria democrata, hoje pensei muito em George W. Bush, o "insano".

E acabei lembrando de um filme que assisti faz muito tempo, dirigido por Stanley Kubric e estrelado por Peter Sellers - Dr. Fantástico. Sellers, aliás, interpreta 3 personagens com extrema competência (acima, na foto, encarnando Dr. StrangeLove).

Uma comédia de humor negro sobre a hecatombe nuclear, em plena guerra fria.

Não vou contar o filme, porque espero que vocês o encontrem para assistir (especialmente os garimpadores de raridades).

Mas numa determinada cena, de um aviador cowboy que está a caminho da URSS para despejar a bomba, toca o quase hino americano RIDERS IN THE SKY.

A versão oficial é motivadora, porque esse é seu intuito....mas escolhi postar a versão com Dick Dale....muito mais legal !!!!

Manda bala Titio Dick....som na caixa !

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Demorou para eu colar alguma música de Philip Glass por aqui.

Um dos músicos mais importantes e mais dramáticos desses últimos tempos, especialista em trilhas e climas !

Não sem motivo, são dele, entre outras, as trilhas de 7 anos no Tibet, Koyaanisqatsy, Powaqatsi, Mishima, e as chamadas óperas secas Aknaten, Sathyagraha, Einsten on the Beach, etc.

A meu ver é mais do que um maestro minimalista.....é um cara que entende da construção de sensações.

Songs from liquid days é um álbum espetacular. Quase dá para pegar a música, de tão intenso.

Philip Glass na caixa .... para quem gosta é um prato cheio !

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Agora, em São Caetano do Sul, 1:10 minutos....

Acabei de perder uma hora de vida, com o horário de verão !!!

Essa hora me será devolvida ? Será tão produtiva ? Será letárgica ???

Alucinante ? Ou vazia ????

Vamos lá, com Mano Chao, descobrir que hora son mi corazón !!!

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Os Beach Boys, banda californiana do final dos anos 50, são os mais eloquentes representantes da surf music (melhor seria long board music) tão curtida na década de 60 (e ainda hoje). A banda, composta basicamente pela família Wilson (Brian o grande cérebro da banda) foi enxertada por um primo (Mike Love) e por um vocalista profissional (Al Jardine)....que fez a coisa andar.

O show dos Beach Boys no Knebworth Park, em Hertfordshire, Reino Unido, no dia 21 de junho de 1980, marcou a última vez que os seis integrantes da banda - Brian Wilson, Mike Love, Carl Wilson, Dennis Wilson, Alan Jardine e Bruce Johnston - tocaram e cantaram juntos em um palco britânico.

Desse show destaco o clássico Good Vibrations (de 1966).

Som na caixa com os Beach Boys....

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Para registrar a passagem por São Paulo, do maravilhoso Cirque du Soleil, resolvi postar hoje uma música muito legal, do espetáculo Alegria.

É um novo arranjo, diferente daquele do show, que deixa a coisa mais intimista....mais música, menos show...

Pensar em circo, em palhaços, em crianças...nos alivia a alma....

Aí vai para vocês Alegria, do Cirque du Soleil (o melhor circo do mundo)...quem puder assistir, será apresentado o espetáculo Saltimbanco....estou tentando garantir meu ingresso !!!

Enjoy the show

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Ainda ontem eu escrevia sobre uma certa perplexidade, uma espécie de desapontamento profundo que eu tinha com os rumos que a Humanidade vem tomando – alguns sem volta.

Bombas sendo jogadas sobre civis inocentes – porque crianças não têm culpa de nada nesse mundo – nações sobrepondo seus interesses aos de Organismos Internacionais de fachada....

Hoje leio que a Califórnia está ardendo em chamas, assim como está ardendo a velha e fria Europa...e ainda assim o Senhor da Guerra acredita que isso seja apenas mais um ciclo da Terra.

Tantos os sinais ruins....que tentei me refugiar nesse espaço.

E olhem o que encontrei! Starry Night de Vincent Van Gogh, uma tela que me toca profundamente....

Poponho a vocês o mesmo que estou tentando fazer agora....mergulhar nela para recarregar minhas forças. Para isso, vou dar uma mãozinha com mais 02 músicas do poeta Walter Franco....Respire Fundo e Tire os pés do Chão. Ambas falam da mesma coisa....espero que ajude, e espero que gostem dessa viagem astral !!!

E que tenham forças para encarar esse mundo muito louco que nos espera ....

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Na trilha de boa música, e de grandes musicais, não podia deixar de falar de HAIR, filme com direção de Milos Forman, que tive o prazer de assistir mais de 15 vezes.

Conta a lenda que, lá pelos idos de 1968, Rado e Ragni se trancaram para escrever a peça ... e a fizeram em apenas 2 dias. Ela retrata, de forma admiravelmente poética, o que foi o movimento hippie dos anos 60 e 70 (pena que o filme, de 1979, tenha sido lançado quando o ideal hippie já declinava e era engolido pelo establishment).

A trilha sonora, maravilhosa, culmina com LET THE SUNSHINE IN, cantada na seqüência final, quando o hippie Berger (acima) embarca para o Vietnã, contra sua vontade, no lugar do caipira Claude que se despedia de sua namorada.

Momento mais que mágico, antológico !!! Deu vontade de assistir novamente....

Let the sunshine in na caixa, aos admiradores de conteúdo e, principalmente, aos admiradores da PAZ !

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A alusão à época das óperas rock, no comentário anterior, me remeteu a outra ópera...não tão famosa, mas sob muitos aspectos mais revolucionária do que aquelas que pipocavam na década de 70.

Jesus Cristo Superstar, de Andrew Lloyd Webber, começa com um ônibus rasgando o deserto...e dele desce uma troupe de bichos grilo, atores, vestidos com suas roupas hippies....

Já faz tempo que assisti, pela última vez, essa ópera...mas cada vez que a assisto percebo uma nuance, um detalhe que havia me passado.....

Destaque para as letras de Tim Rice, que coloca na boca de um Judas Negro (para enfatizar o quão racista é a cultura americana), e ainda por cima comunista, perguntas como: e aí, o que você acha afinal desse povo que está no topo ? Buda é aquilo mesmo ? Maomé move montanhas mesmo ou é marketing ? E você, planejou morrer desse jeito mesmo...já sabia que o show ia dar tanto Ibope assim ???

Ópera rock que vale a pena assistir (a versão antiga, não a recente do ano 2000, acho).....inclusive pela participação de uma Maria Madalena competentíssima.

"Everything's alright" e "I don't know how to love him" são as músicas deste post.

Para manter a leveza e a ternura....

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Depois de flutuar com Walter Franco, nosso poeta zen, da esperança e da certeza no bem que se tem....vamos voltar a 1969, final no movimento hippie.

David Bowie enterra o sonho hippie de uma união com o Cosmo, baseada na paz e amor, e nos apresenta Ziggy Stardust, o alienígena que vem à Terra antes de sua destruição. E nos apresenta também o Major Tom, que se rende à grandeza do Universo e se entrega ao espaço (vale lembrar que era época do filme 2001 Uma Odisséia no Espaço, de Stanley Kubrik).

Era o início das óperas rock, como me lembrou o grande André dos Pampas (com The Who lançando Tommy, que viria a ser filmado somente em 1975).

Mas Ziggy tocava guitarra....e tinha um conjunto, os Spiders of Mars....Vale o registro da primeira máscara desse verdadeiro camaleão do Rock, David Bowie.

Eu gosto muito....ainda que não tivesse pintado o cabelo de vermelho na época. Som na caixa....

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Antes que os caminhos deste podcast nos levem a outros endereços, rumos e tendência, queria postar mais uma música de Walter Franco, que curto muito.... SERRA DO LUAR.

O que admiro profundamente no trabalho dele é essa simplicidade das palavras, dos acordes...o que nos dá a impressão de que o conhecemos desde sempre, e de que suas músicas são nossas velhas companheiras.

Para quem não conhecia, mais um pouquinho de Walter Franco....

Depois disso, vamos partir para uma experiência nova por aqui.

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Caramba !!! Se Deus tivesse que criar o Mundo com base nas instruções daqui, tenho certeza de que Ele teria parado na quinta-feira !!!

Mas, enfim, estamos aqui nessa nova forma de comunicação, mas o objetivo continua o mesmo !!! Levar um papo....agora musical ! Fazer diferença, estreitar laços, compartilhar....ecoar e fazer massa crítica!!!

"A Terra é pequena demais e nela não há espaço para que fiquemos separados".

É isso aí....e para inaugurar em grande estilo, Walter Franco, poeta, maluco, maldito, zen, ídolo, guru e tudo mais.....ouçam a qualquer hora, porque esse mantra faz muito bem ! Valeu !

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Caramba !!! Se Deus tivesse que criar o Mundo com base nas instruções daqui, tenho certeza de que Ele teria parado na quinta-feira !!!

Mas, enfim, estamos aqui nessa nova forma de comunicação, mas o objetivo continua o mesmo !!! Levar um papo....agora musical ! Fazer diferença, estreitar laços, compartilhar....ecoar e fazer massa crítica!!!

"A Terra é pequena demais e nela não há espaço para que fiquemos separados".

É isso aí....e para inaugurar em grande estilo, Walter Franco, poeta, maluco, maldito, zen, ídolo, guru e tudo mais.....ouçam a qualquer hora, porque esse mantra faz muito bem ! Valeu !

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